FMI 2012 – inovação e negócios

02 de maio de 2012

Em tempos de copa do mundo no Brasil, nunca é demais falar sobre o Cowboys Stadium, o estádio do Dallas Cowboys. Este estádio, que custou a bagatela de 1,3 bilhões de dólares se localiza em um subúrbio de Dallas, Arlington e pertence ao município, boa idéia para nossos times, que ao invés de dois estádios poderiam ter apenas um, que serviria a toda a municipalidade e pouparia nossas esquadras de vultosos gastos de manutenção, mas daqui da FMI quem nos da uma lição sobre novas ideias é Terry Jones da Kaiaki  e mentor da Travelocity, primeira agencia de turismo “.com” da América. Terry iniciou sua apresentação afirmando que o empresário, seja ele varejista ou fornecedor não aprendeu a relacionar-se com o seu cliente, vivemos hoje em um mundo impulsionado pela velocidade e a conveniência e são estes os fatores que norteiam os desejos de quem consome. Alem disso, as empresas e de um modo geral as pessoas, insistem em não querer perceber a obsolescência de seus negócios ignorando que a técnica segue a tecnologia o que fatalmente acabara gerando um curto circuito que explodirá o negócio. Poucos os que se reinventam conseguem sobreviver, pois segundo Terry, em algum lugar lá fora, ha uma bala de canhão com o seu nome escrito nela, que um concorrente irá atirar e tornar o seu negócio obsoleto. Ser criativo é pensar em coisas novas, entretanto ser inovador é fazer coisas novas e quando a inovação é real, a situação vivida não deve ser confortável. Terry conclui dizendo que o segredo está em fazer mais com menos. As mudanças são inevitáveis, porém, o crescimento é opcional.

Clara Machado